As nossas sessões de trabalho

Foi muito bom trabalharmos juntos  e termos olhado olhar um pouco mais para os outros , especialmente para todos aqueles que sofrem com as injustiças, quaisquer que elas sejam. Em todas as fases do projeto, procurámos empenhar-nos e cumprir todas as tarefas que nos propuseram. Aprendemos que apesar das nossas origens e diferenças culturais, todos temos os mesmos direitos. Entrevistamos, vimos vídeos, discutimos as temáticas das crises humanitárias nas aulas, tirámos fotografias, escrevemos o que pensamos, escrevemos a letra da nossa canção, cantamos e gravámos. Para recordarmos tudo, fizemos um videoclip com alguns momentos do nosso trabalho mas não conseguimos partilhar no blog porque é um ficheiro com muitos megabytes. Esperamos agora que as turmas todas da nossa escola construam connosco o « muro das injustiças » e que no dia 11 de maio, possamos deitá-lo abaixo!

O nosso trabalho no Projeto

Depois de termos lido textos, analisado mapas,  visionado os vídeos ( as histórias de Malak, Lidia, Saja, Asia e Princesa), feito entrevistas a familiares e amigos sobre o que é ser migrante, refugiado e deslocado, discutimos na turma os direitos humanos e de que forma estes não são respeitados nos nossos dias. Por isso surgem as desigualdades sociais e económicas e todos devemos, cada um à sua maneira, lutar por sermos pessoas melhores e construirmos um mundo onde todos cabemos. A nossa canção foi o resultado da mensagem que queremos mostrar a todos, como contributo do que pensamos e sentimos sobre este assunto. Na turma, na aula de Português, escrevemos em grupo várias estrofes e escolhemos a que gravamos com a ajuda do nosso professor de Educação Musical. Tem sido um trabalho muito motivador e tem-nos tornado alunos mais sensíveis a estes assuntos, que todos os dias vemos na televisão e que parecem estar longe, mas afinal estão bem mais perto. O nosso país vai receber mais refugiados e nós queremos mostrar que, apesar de sermos novos, compreendemos a tristeza que devem sentir por estarem longe da sua terra e da sua família e que é importante recebê-los bem.

Quan els rumors porten a les deportacions

La setmana passada els grups de 1r d’ESO de l’IES VICENT CASTELL i DOMÈNECH vam anar al Museu de Belles Arts. Allí es vam quedar mirant un quadre que retrata uns fets que van passar fa molts anys. En 1609 es van fer uns decrets d’expulsió dels moriscos. Obligaven  a que la població morisca (eren musulmans que vivien a les nostres terres des de l’any 800, o sea, feia més de 600 anys) embarcara en vaixells, amb només el que pugueren portar damunt, abandonant les seues cases i terres, per deportar-los a Àfrica.

Imagineu-vos: els vostres pares, iaios i reiaos eren d’ací, i vosaltres també. Comença una crisi, i comencen els rumors: els musulmans tenen la culpa de la crisi. Resultat: expulsió forçosa!!

Al quadre es veu molta gent trista que ha d’anar-se’n obligatòriament, perquè els tiren del seu país. És un quadre molt trist.

Sabeu que va passar després? Les nostre terres van quedar despoblades de gent treballadora del camp (hi havia molts moriscos) i la crisi fou enorme durant anys.

  • IMG_20170224_111733

Ayuda a los refugiados

 

Ines García Del Barrio hizo una adaptación de la canción « Como te atreves a volver » de Morat para ayudar a los refugiados de Siria . La hizo para el día de la paz, la han bailado y cantado más de 300 centros. Es una ayuda a los refugiados de Siria, interpretada por una canción para que la visualice más gente. Hacen falta más ayudas como esta para que empecemos a ayudar al drama humano que soportan los refugiados, no solo de Siria si no todos el mundo.Lucía Martín y Javier Santos

C2JCTU9XEAAmuuB

    la injusticia que hay en el mundo

    saltando la valla

    este fin de semana han arriesgado su vida muchos africanos  para entrar en nuestro país debido a problemas en su país : la guerra ,la politica  , la sequia…

    saltar

    este es un ejemplo de daños que se pueden llegar a hacer por pasar la frontera saltando una valla debido a que por otro sitio no pueden acceder , para tener una vida mejor

    pobrecito

    cuando saltan las vallas a veces los policias en este caso los geos los cojon de las piernas para que no escapen y cuando hacen fuerza hacía arriba , se clavan los pinchos que hay para no saltar .

    maleta

    así tienen que salir los niños de su país , para no hacerse daño pasando la valla y ocurran desgracias